Quem eu sou?
B. M. Oliveira
Meu nome é Bárbara Oliveira, porém apresento-me como B. M. Oliveira no mundo literário. Essa decisão veio de forma natural, por eu achar o nome sonoro; todavia, também me serviu para distanciar um pouco a figura da autora da Bárbara real.
Como Bárbara, tenho uma vida pacata. Sou formada em Psicologia e atuante na área. Sou estudiosa, sempre buscando mais cursos e aperfeiçoamento; porém, em todas as horas vagas, estou com um livro na mão, independentemente do gênero.
Em minha faceta de autora, escrevo desde muito jovem. Comecei no mundo literário pelas obras que lia. Fascinada pelos romances, esquecia-me do tempo e do espaço, vivendo cada emoção dos personagens como se fossem minhas próprias.
Na escrita, aventurei-me nas fanfictions aos quatorze anos. Comecei escrevendo sobre The Vampire Diaries, trazendo os personagens para o mundo real e criando as mais diversas histórias, que não tinham relação direta com a série. Posteriormente, escrevi histórias originais no Wattpad, por curiosidade em saber se seriam bem aceitas pelo público. Com essa mistura de fanfic e história original, decidi escrever meu primeiro romance, A Paixão de Hades, sobre o qual falarei melhor em um futuro post. Com o apoio da família, aos dezesseis anos consegui fazer minha primeira publicação.
Publicar, para mim, foi a realização de um sonho que eu tinha desde pequena. Foi fantástico ver a aceitação do público, os elogios e até mesmo as críticas. Eu me sentia fazendo história; deixei de ser puramente Bárbara para coabitar o mesmo espaço de B. M. Oliveira. Era a noção perfeita de que eu seria a tecelã do meu próprio caminho, uma pequena imortalidade. Em minha mente, mesmo que eu não me tornasse uma best-seller, meus descendentes teriam meus livros para me conhecerem. Saberiam uma parte da minha alma, não apenas pelas histórias que meus filhos e netos contariam, mas como se eu estivesse conversando diretamente com eles.
Para mim, escrever é mágico. Criamos uma história em nossa mente, deixando a imaginação fluir e concretizando-a no papel. No instante em que publicamos, aquela história deixa de ser apenas nossa para ser compartilhada com o mundo. Há uma conexão com o leitor que, mesmo sem nos conhecer, vive as mesmas emoções que o autor sentiu no instante em que escreveu o livro.
B. M. Oliveira

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